O
meu calendário de Natal começa com as prendas. Bem antes do Dia UM. Neste ano
de contenção e economia palpitei, inventei, e, entre os vários presentes manuais,
pensei ofertar os livros que eu mesma tinha comprado e lido ao longo do ano, apagava um ou outro sublinhado e já está. Fiz, sub-liminarmente, uma lista de compras para
os imprescindíveis: uns de quem gosto demais; outros que precisam delas; aqueles
porque não gostam de ler; estes porque sei que ninguém mais lhes oferta coisa
de jeito, a leitura não lhes faz gosto e esperam o meu presente. E saí a
compras. Com despesa assente, rememorando limites na friúra da manhã.
Mas, ó deuses,
divergi. Divergi largamente. Lá se foi o subsídio.
Não importa. A primeira janela é de caleidoscópio. Basta agitar e, lá dentro, bem à vista, desenham-se alegrias de Natal,
bolas às cores, pinheiros com cheiro a resina e caruma verde, neve em estrela,
lareiras acesas, vinho quente, azevinho, um Menino Jesus em pelota.
Viva!
Bom dia. Nestas alturas por muito que façamos contas e juras, gastamos sempre MUITO mais que aquilo que queremos ou tinham,os planeado. É assim, não há nada a fazer.
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Hoje: { Outono. Olho a rua, o jardim, folhas caindo }
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Deixo cumprimentos e votos de um dia muito feliz
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Foi um bom dia:). É mesmo. Sinto-me a prevaricar.
EliminarMas comprei umas prendinhas que vão deixar os destinatários bem contentes. Pena que não possa dar um Menino Jesus maior. Para mais gente.