Venho tarde e a más horas desejar um bom ano a quem passou por aqui em 2025. Agora que já é 2026 e tudo continua bastante parecido ao ano e dia anterior.
Permitam-me acrescentar a minha gratidão a quem se dá ao trabalho de me ler; e mais a quem me comenta, aos que pegam no que disse e discorrem livremente ou alinhavam umas linhas cingindo-se ao lido. A esses que só da escrita conheço, um bem haja sem tamanho. E a certeza de que, podendo, por aqui virei a revê-los.
Que um anjo vos acompanhe e guie em 2026.
Que raio de início de ano! Uma dispepsia (já não tenho idade para abusar, mas esqueci-me mais uma vez) leva-me a levantar e ainda não são 6 da manhã. Vou à despensa e encontrei garrafas de todos os géneros, menos uma água das pedras... E aqui estou!
ResponderEliminarO anjo que devia velar por mim (obrigado Bea), não gosta de glutões e faz muito bem pois há quem, com mais juízo, necessite mais. Adiante.
Terminado o verão ou melhor o fim do tempo quente, veio o frio, e eu, como as vinhas, entrarei num período de dormência e a seiva até parece que volta a descer em ambos.
O ciclo de inverno pode começar agora.
Será nesta altura que o viticultor podará a videira equilibrando o seu potencial produtivo para o ano seguinte.
Também estarei a precisar de ser podado, mas que mais posso fazer para além de um desprendimento das coisas acessórias e inúteis que me rodeiam? Talvez um jejum, um jejum prolongado. Vou pensar nisso, pois estou mesmo a precisar.
Que o novo ano lhe traga muita saúde para si e todos os seus Bea.
Não será bem um jejum, Joaquim; ou será um jejum chamado dieta - retira o que o prejudica e mantém ou introduz o resto. Os meus desejos de que, neste ano e neste dia, não o apoquentem as moléstias; ou o apoquentem menos. E seja cuidadoso, que entrar o ano a garrafas de água não está certo:).
ResponderEliminarNesta época, todos abusamos um tanto, o aborrecido é mesmo não se sentir bem. Tenho uns comprimidos receitados para estes dias especiais; ontem foi dia de tomá-los:). E há sempre água das pedras em casa. Hoje regresso ao cardápio habitual (quase habitual).
Pois é, o inverno mata-me aos poucos e este mais que os outros. Traz mais frio e mais chuva; provavelmente por mais tempo. Comecei, desde o inverno antecipado, o ciclo de me levantar a dizer "tomara logo à noite para me deitar". É triste mas é verdade. Se me fosse possível, faria como as flores de bolbo, nada de mim era visível nesta estação e na primavera, quando o ar aquece e o sol abandona a palidez, renascia.
Muita saúde nenhum ano me trará, Joaquim. Mas fica o seu desejo que aprecio. E pode que me traga alguma saúde:).
Um abraço de dia UM.
E que continuemos a nos encontrar por aqui... aplaudindo os seus sentimentos e pensamentos escritos!!! Bj Bea
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