Hoje enrolei-me em luto de corpo inteiro. Caiu-me a alma na sarjeta; perdi o Jesus do presépio e o natal esfumou.
Portanto, desculpem. Quem sabe amanhã apanho a alma, dou-lhe umas palmadinhas, lavo-a com jeitinho na água da torneira a desenrugar sujidade escondida nas pregas da tristeza, enxugo-a na toalha mais fofa. Pode ser que reviva.
Deixei algures atrás um comentário que não aparece. Entre os laços da permanência aqui, dizia que não tenho palavras para as faltas. Um desgosto que entendo, bem. O impossível torna-se obrigatório. Só nos resta... habituar, domesticar dores em gaiolas de nós. Abr Bettips
ResponderEliminarA mesma alma depois da sabonária de um café:)
ResponderEliminarBom Dia, Pedro!
Querida Bettips. Obrigada pelo conforto.
ResponderEliminarA nossa alma triste encontra sempre antídotos para os venenos da vida. Os meus são a palavra de uma amiga, a lembrança de minha mãe, uma injecção de café só demasiado cara para os meus digestivos interiores.
A gente levanta-se um bocado bêbeda, cambaleia um quê e depois engrena. Vamos à vida.
Um abraço
Tem que sacudir a tristeza, caso contrário ficará em divida com o menino Jesus relativamente aos dias sem escrita😌. Beijinho e força!
ResponderEliminarJá estou de novo a caminho, CC:).
EliminarÉ a vida a acontecer mas que custa, como é óbvio. Sendo assim, custa sempre.
ResponderEliminarUm dia de cada vez
Cláudia - eutambemtenhoumblog
É como diz a CC, a gente mete a tristeza na gaiola e continua.
ResponderEliminarCoisa tão habitual e que tanto estranhamos.
Boa tarde, Cláudia
Claro que reviveu ... 🫢
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