Tinha
prometido passeio e prenda. Na verdade, uma viagem em regime de pensão completa. E foi hoje. Está feito. Nada faltou.
Mas que venda nos tapa o olhar quando passeamos alguém; é que não recordo ruas,
pormenores de gente e lugares, e tenho saudade a essa atenção às coisas e ao
mundo. Suponho que seja pouco cristão,
mas sobrou apenas um desalentado cansaço. Era para ser um dia natalício do
nascer ao pôr do sol, e até um tanto para lá. E não. Coisas.
Confesso que também não tenho grande pachorra para cicerone ...
ResponderEliminarNão gosto de sentir essa sensação e raramente acontece!!! Bj
ResponderEliminarTambém não me é agradável, suga-me.
EliminarEmbora nem sempre comente, venho aqui todos os dias, portanto não abandonei o Erva, muito menos agora que estamos à beira de um ano de salutar e cultural convívio.
ResponderEliminarA suavidade da sua escrita embala-me como música de violinos tocada por "virtuosi". É uma frase que repito amiúde e, quase estafada, embora verdadeira, ilustra na perfeição o modo como a sua escrita fere a minha sensibilidade.
Contudo, esta conta-corrente de Dezembro, esta crónica em modo diário, dá-me uma outra ideia de si. Parece-me agora uma pintora que chegou, não para pintar objectos como a baía, o mar e os barcos, mas sensações como o calor do sol, a cor do vento e a magia do fogo. Tudo misturado com sentimento em pinceladas de amor. Bem diferente. É Natal.
Obrigada, Joaquim:).
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