Terminei
o cachecol, rematei, cortei as pontas soltas. Julgava eu que aprontara a oferta antes de
tempo. Estava até contente comigo. E vai daí, vim a saber que o aniversário era
hoje, chegou-me um convite para amanhã: o
tal café que não bebo. Pois digo-vos que fiquei tão atarantada que nem felicitei
a aniversariante. Bonita figura.
Oxalá o presente agrade. Se não, que finja. Nem precisa ser completamente.
A minha prima fazia-me camisolas.
ResponderEliminarJá não pode fazer mais.
Boa semana
Ainda faço camisolas:). O tricot é um amor antigo a que volto sempre com cuidado. Por razões que não são aqui chamadas é actividade que desde o início me foi difícil. Lembro-me de pensar que cada malha tecida em casaco ou camisola era um esforço que só eu entendia.
ResponderEliminarBom dia, Pedro
Por vezes, surpreendemo-nos connosco próprios. Foi o caso.
ResponderEliminarComo costuma dizer-se, o que não tem remédio remediado está.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Hoje andei a remediar:). Porque a gente remedeia até o que não tem remédio.
EliminarUm abraço, Juvenal.
Com certeza que vai gostar. Imagino que cada malha foi um afecto. Como não sentir isso?
ResponderEliminarTudo de bom para si, minha Amiga.
Uma boa semana.
Um beijo.
Acredito que gostasse da lembrança, isso sim. Para que serve um cachecol a quem raro sai, e anda em casa de andarilho?!
ResponderEliminarA vida de alguns é um palmilhar descalço em caminho de cardos. Cachecóis são irrisões, mas talvez haver mãos que apertam as nossas seja coisa de serventia.
Um abraço, Graça. E boa semana.
Uma aborrecida gripe que empena todos cá por casa, impede-me de a comentar mas não de a ler nestes últimos dias.
ResponderEliminarQuase refeito, vou ao seu post de dia 1 - Um Alisar de Folha.
É uma eminência de um post! Ao lê-lo sou contagiado por um bem-estar sereno. Os meus sentimentos sãos (a essência boa da minha alma) acariciam-me, inundam-me e não sei para que íntimo recôndito de mim esvazio o imprestável.
Devia-lhe este comentário, embora reconheça o ínfimo mérito dele e assim cumpro com gosto o dever que a gratidão me impõe.
Bom dia e obrigado Bea.
Joaquim, desejo que a gripe tenha ido de vez e possa retomar a vida como a conhece. A parte boa é que talvez no Natal não a tenha por companhia, já foi. Apraz-me saber que transmiti tais fluidos com o post, possam eles ter contribuído para debelar a doença e já valeu a penas escrevê-lo. Que quem escreve é como quem chora, fá-lo por si mesmo; muito mais que pelos outros - ainda que eles possam ser motivo.
EliminarEu quero ver se peço à minha mãe uns sapatinhos de bebé feitos por ela, só para guardar. Não sei o dia de amanhã.
ResponderEliminarE gostava que me fizesse uma camisola. Mas a senhora já tem tanto trabalho.
Beijocas
Mas, tenho certeza de que, sendo a pedido e sem data fixa de entrega, ela vai entender e ficar contente. E faz-lhe a vontade, Cláudia.
ResponderEliminarPor certo agradou...😊... Bj
ResponderEliminarUm pequenino fingimento de agrado não fará mal a ninguém, eu aprendi a fazê-lo e sinto-me grata por isso.
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