Cabes
tu, magnífica e de sorriso fácil, cabelo preso com um lápis, as pernas faiscando
um céu de rede semeado de rútilas estrelas douradas ao rés do chão.
Cabe
aquele menino que, não sei por que artes, saiu da carrinha escolar montado na
bicicleta pequenina e lá seguiu contente, pés no chão e rabo no selim, garbo de cavaleiro miniatural.
Cabe o professor excepcional e abrangente, cara de menino simpático e bem comportado,
que favorece a humanidade em cada aula e
se reencontra com grato prazer.
Cabe a mulher paciente encostada no semáforo, esperando as companheiras que
entretanto lhe acenam e mudam de direcção; e ela, “valha-me Deus”. E atravessa açodada.
Olá, Bea!
ResponderEliminarVim retribuir a visita ao meu "roldeleituras".
Gostei do que li aqui e vou espreitar tudo o que tem postado.
Já estou seguindo o seu "Erva Príncipe".
Beijo.
Pois se lhe dá vontade e apetece, siga mesmo. Ainda que o roldeleituras, esse sim, tenha interesse.
ResponderEliminarBea ... coube tudo num texto subtil na sua leitura!bj
ResponderEliminarQue tenha uma semana bem interessante!!!
EliminarObrigada. E que a sua seja a contento.
EliminarCoube-me agora ler este bonito texto. :)
ResponderEliminarApenas um apontamento.
EliminarBonitas palavras!
ResponderEliminarObrigada
EliminarOlá. Tudo cabe na imaginação de uma poetisa, seja que escreva em poesia ou em prosa. Tudo cabe dentro do coração. Até eu coube aqui neste tão lindo cantinho.
ResponderEliminar.
* Soneto escrito no escuro ... em versos de luz sombria *
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Deixo um abraço amigo
Obrigada:)
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